Café Filosófico

gravação | setembro: programação do café filosófico [especial china]

gravação | café filosófico de setembro

Café Filosófico CPFL produzido pelo Instituto CPFL | entrada gratuita, por ordem de chegada, a partir das 18h.

Especial mês da cultura chinesa

módulo: Soft Power e a construção da imagem da China moderna
curadoria: Fernanda Ramone

Este módulo do Café Filosófico CPFL nos convida a refletir sobre a organização através de planos quinquenais, atrelados a processos de aberturas, modernizações e manutenção do crescimento econômico nas proporções realizadas na China sempre foi acompanhada – sem necessariamente ser percebida pelo Ocidente.

No início do século XXI, quando o país asiático entrou para a Organização Mundial do Comércio, as atenções concentraram-se nas adequações para a aprovação da China às regras da OMC. Ocorreu o mesmo quando Beijing foi selecionada para sediar os Jogos Olímpicos. No decorrer dos acontecimentos, surgiu uma nova classe (a classe média), uma nova configuração geográfica predominantemente urbana, uma revolução tecnológica e uma série de impactos socioculturais com alcances políticos e econômicos.

A organização entre blocos de países se expandiu para outros territórios, além da concentração entre os países do sudeste asiático, e a China enfatizou sua presença entre os países de língua portuguesa: lidera o BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Espalha-se pelo mundo por meio da Nova Rota da Seda, seguindo a cartilha de regras de cada território, adicionando características próprias de funcionamento e de entendimento chineses. E operam em dois sistemas, adotando a cartilha socialista na esfera política, aplicando o capitalismo no plano econômico.

Os esforços de bilhões de dólares investidos desde o governo do presidente Hu Jintao (2005)  para a promoção do Soft power chinês conseguirão desempenhar o êxito esperado diante da construção da imagem da China moderna?

 

20/09 | sex | 19h
Soft Power e a construção da imagem da China moderna
com Fernanda Ramone, relações internacionais

Fernanda Ramone viveu 9 anos (2004-2013) em Pequim e neste encontro fala sobre a indústria cultural chinesa, os impactos nas formas de produzir e perceber cultura e entretenimento a partir do processo de abertura econômica e da revolução tecnológica chinesas.

 

27/09 | sex | 19h
China, 40 anos de reformas e os novos caminhos do século 21
com Jaime Spitzcovsky, jornalista

sao paulo/31.08.2017/Jime Spitzcovsky,palestrante de assuntos internacionais/Foto:Niels Andreas

Ao deslanchar o processo de reformas, quarenta anos atrás, a China deu início ao redesenho do país mais populoso do planeta e provocou mudanças estruturais no cenário internacional.


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