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frases de benjamin britten (1913 – 1976)

ditos do revolucionário da ópera britânica

Sem dúvida, o grande compositor britânico da primeira metade do século, Benjamin Britten (1813-1976) não era um revolucionário radical, mas, antes, um criador extremamente talentoso, que sabia manejar a música tonal com resultados ao mesmo tempo admiráveis e acessíveis ao grande público.

Não por acaso, seu talento espraiou-se de modo integral na cena lírica. Assinou algumas das óperas mais importantes do século 20, como “Peter Grimes”; “A Volta do Parafuso” baseada no romance de Henry James; “Morte em Veneza” baseada no romance de Thomas Mann; e “Billy Bud”, entre outras.

Um diferencial de Britten foi sua atenção à formação musical infantil. Dedicou às crianças ao menos duas obras fundamentais no processo de aprendizado e familiaridade com a música de invenção: o “Guia do Jovem para a orquestra”, baseado num tema do compositor inglês Henry Purcell, que explica os naipes da orquestra de modo claríssimo; “Vamos fazer uma ópera”, uma ópera que mostra como funciona este gênero, da ideia original até a estreia no palco; e a “Sinfonia Simples”, baseada em melodias que ele criou quando era criança.

“Aprender é como remar contra a corrente: é só parar que a gente retrocede”

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É cruel, você sabe, que a música tenha de ser tão linda.

Tem a beleza da solidão da dor; a força e a liberdade.

A beleza da decepção e do amor nunca saciado.

A beleza cruel da natureza e a beleza eterna da monotonia.

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Compor é como dirigir numa estrada com nevoeiro indo para casa. Aos poucos você começa a ver detalhes da casa: a cor das ardósias e tijolos, a forma das janelas. As notas são os tijolos e a argamassa da casa.

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A velha ideia do compositor tendo de repente uma ideia formidável e passando a noite inteira colocando-a no papel não faz sentido. A noite foi feita para dormir.

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“A música não existe até ser tocada”

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