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as novas formas de produzir a vida

com curadoria de vivianne amaral, netweaver e jornalista.
uma das características mais fortes da atualidade é a de promover profundas mudanças no mundo do trabalho. na transição do fordismo ao pós-fordismo, o trabalho deixou de ser o que era: uma carreira estável, uma atividade gerida pela competição, uma profissão para sempre. a construção da própria empregabilidade é o novo desafio. o trabalho imaterial e globalizado emerge e flui na rede social dos cérebros conectados intensivamente pelas tecnologias, produzindo novas necessidades e subjetividades. quais são as novas formas de produção? quem são seus protagonistas? o que define agora a ideia de felicidade e satisfação individual na vida profissional?
gravado em abril de 2014.

serie (6): as novas formas de produzir a vida

  • versão para tv | a nova composição do trabalho, com giuseppe cocco

    depois que a internet invadiu o nosso cotidiano, muita coisa mudou na nossa vida, e pra muita gente mudou também a relação com o trabalho e a questão do emprego. para trabalhar, hoje, é preciso “ser empregável”, o que significa que você tem que ter, além dos pré-requisitos profissionais: mobilidade, flexibilidade e conectividade. neste café filosófico o cientista político giuseppe cocco fala desta nova composição do trabalho e analisa as manifestações de junho de 2013 e os chamados “rolezinhos” a partir de uma relação que estabelece com as transformações do mundo do trabalho. sua análise ainda toca no tema da “nova classe média” brasileira, que é outra decorrência dessas mudanças.
  • versão para tv | viver em rede, viver da rede, com augusto de franco

    mais do que nunca parece que a palavra reinventar-se entrou na pauta das nossas vidas. com o mundo todo conectado e na velocidade com que as coisas mudam, é preciso ficar atento e entender para onde estamos indo. as informações circulam rapidamente, rompem hierarquias e fronteiras geográficas. e essa conectividade e interatividade vai muito além das telas dos nossos computadores, tablets e smartphones. elas se mostram também em novas formas de pensamento, em novos tipos de comportamento. para entender melhor o que está representando “viver em rede e viver da rede”, este café filosófico traz o especialista neste assunto augusto de franco.
  • versão para tv | novas profissões, novas responsabilidades, com silvio meira

    o homem sonha mundos possíveis e a tecnologia é sua aliada; um campo de inúmeras possibilidades de relacionamentos, de comunicação se abre. e as mudanças ocorrem tão rapidamente, que chegamos a nos sentir impotentes diante do futuro que se apresenta. homens e mulheres, de todas as idades, veem seus projetos de vida, suas profissões, ameaçados por novas formas de fazer, que retratam novos modos de viver. num mundo onde quase tudo fica obsoleto da noite pro dia, como será nosso amanhã? como acompanhar este mundo em constante inovação? quais são as profissões do futuro e qual o futuro das profissões?
  • íntegra | viver em rede e viver da rede, com augusto de franco

    inúmeras experiências atuais buscam organizar uma economia baseada na abundância e no compartilhamento. surgem escritórios colaborativos e empresas-rede. a cultura econômica emergente não seria possível sem a articulação em rede das pessoas, que tem uma forte contribuição da internet mas é muito maior que ela. numa sociedade cuja estrutura vai ficando cada vez mais em rede, as pessoas querem fazer tudo também em rede, inclusive ganhar a vida. gravado em 25 de abril de 2014.
  • íntegra | novas profissões, novas possibilidades, com silvio meira

    as novas relações entre trabalho e vida e as profissões que vão surgindo configuradas pela tecnologia e conectividade criam um novo panorama profissional e oferecem novas possibilidades. é a destruição criativa: a rapidez com que empregos são perdidos e profissões desaparecem, pode ser maior do que a demanda por novas competências e a capacidade de entender e atender esta nova demanda. como criar as condições essenciais para os negócios inovadores?
  • íntegra | a nova composição do trabalho, com giuseppe cocco

    o que acontece quando a imaterialidade chega à economia? o valor se torna intangível (é produzido nas interações entre pessoas) e o trabalho se torna imaterial. disso decorre uma inversão na relação trabalho e direitos. não estamos mais no mundo dos “direitos do trabalho”. novas composições da condição pós-moderna constituem o mundo de maneira diferente. trabalhar hoje constitui produzir-se como “ser empregável” e não apenas procurar emprego. a fábrica agora é a metrópole e está tudo misturado: cultura e natureza, tempo de vida e tempo de trabalho.

sobre o cpfl play

aqui você encontrará toda a coleção de vídeos produzida em encontros do instituto cpfl desde 2003. são milhares de horas com os maiores pensadores brasileiros, artistas, convidados internacionais. todo o acesso é gratuito, e o acervo está organizado por temas, coleções, séries, palestrantes, para que você possa navegar pelo conhecimento contemporâneo da melhor maneira possível. bom proveito!