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encarando a dor: modos de lidar com o sofrimento psíquico

com curadoria de isabel fortes.

qual o significado de abordar o tema da dor psíquica em nossos dias? a cultura atual é marcada pela busca desenfreada do prazer e pelo tempo da imediatez. neste tempo do “aqui e agora”, a dor precisa ser evitada e negada. não há tempo a perder, não há tempo para sofrer. todavia, a negação da dor não faz com que ela desapareça. é evidente que há sofrimento – e muito! – nos dias de hoje. buscaremos apresentar as faces da dor psíquica e o que ela significa na clínica, na arte, na filosofia e na cultura, analisando quais os modos possíveis de enfrentar a dor sem evitá-la.

gravado em agosto de 2013.

 

 

serie (3): encarando a dor: modos de lidar com o sofrimento psíquico

  • versão para tv | caos e trauma no mundo contemporâneo, com joel birman

    neste café filosófico o psicanalista joel birman faz uma abordagem histórica da nossa experiência com a angústia. um sentimento que muitos estudiosos alegam ter surgido com a modernidade, quando a razão e a ciência ganharam predomínio no mundo ocidental e o homem passou a questionar os preceitos religiosos e políticos. com freud, a psicanálise também buscou compreender melhor este sentimento e sua relação com o caos e traumas do mundo contemporâneo.
  • versão para tv | é preciso enfrentar a dor: diferentes modos ontem e hoje, com noemi araújo e regina herzog

    nós somos também as dores que carregamos. a dor que é sempre ruptura, separação, violência… neste café filosófico a psicóloga regina herzog fala sobre as maneiras de lidar com a dor, nas sociedades de ontem e de hoje. ela traz à tona a contradição da condição humana: precisamos do outro para estar bem, mas o outro nos provoca sofrimento. neste mesmo programa a psicanalista noemi araújo ajuda a entender o constante mal-estar que enfrentamos para conseguir viver em sociedade e explica como nascem os nossos traumas.
  • versão para tv | transformando dor em alegria, com isabel fortes

    qual é o espaço que o mundo atual dá para a dor? talvez muito pouco, como se fosse possível eliminar esse sentimento. a dor, queira ou não, faz parte da vida, assim como a alegria e o prazer. a psicanalista isabel fortes nos ajuda a entender que estes sentimentos co-habitam dentro de nós. nietzsche alega que a dor pode se transformar em força. freud diz que é preciso compreender quando e porque se dá em nós a co-presença de dor e prazer. resta saber que destino queremos dar para nossa dor.

sobre o cpfl play

aqui você encontrará toda a coleção de vídeos produzida em encontros do instituto cpfl desde 2003. são milhares de horas com os maiores pensadores brasileiros, artistas, convidados internacionais. todo o acesso é gratuito, e o acervo está organizado por temas, coleções, séries, palestrantes, para que você possa navegar pelo conhecimento contemporâneo da melhor maneira possível. bom proveito!