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Retrospectiva DOC 2008

No documentarismo internacional, as repehttp://www.institutocpfl.org.br/cultura//site/wp-admin/post.php?action=edit&post=4327rcussões planetárias da Guerra ao Terror do desgoverno Bush. No brasileiro, o diálogo estreito entre o documentário e a ficção. São estes os vetores contemporâneos mais marcantes da produção não-ficcional. Em ambos os casos, 2008 foi um ano de distanciamento. Na cena internacional, a superação da era Bush foi adiantada nas telas por uma recuperação da tendência intimista e confessional. No Brasil, se obras como Serras da Desordem continuaram a apostar no empréstimo de instrumentos da ficção pelo documentário e vice-versa, destacou-se a ampliação do leque estético com novos patamares de complexidade em vários subgêneros.

Programação, sinopses e trailers
Balanço das mostras de cinema da CPFL Cultura
Debate sobre a classificação de filmes documentários
Mesa-redonda abre a Retrospectiva DOC 2008 em São Paulo
Curador da mostra de documentários explica o critério de seleção dos filmes
CPFL Cultura – Cinema apresenta em São Paulo mostras retrospectivas de cinema documentário e ficção

O Aborto dos Outros radicaliza o Cinema Direto. O Tempo e o Lugar problematiza o discurso confessional. Por sua vez, Pan-Cinema Permanente rompe com a tradição hagiográfica dos retratos. Joy Division, por seu lado, tanto ilumina a trajetória meteórica da banda britânica quanto a interpreta no contexto histórico da recuperação sócio-cultural de Manchester no auge da era Thatcher. Apesar dos pesares, o mercado cinematográfico nacional mantém-se mais generoso para com a produção documental brasileira do que para com a internacional. Nos últimos três anos, cerca de um terço das estréias nacionais são de documentários, enquanto a marca estrangeira raramente ultrapassa a dezena. Nisso, 2008 não trouxe qualquer ruptura.